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Comunicação

16ª edição do Prêmio Comunique-se abre temporada de votação

16ª edição do Prêmio Comunique-se abre temporada de votação

Com o tema: “Os gurus do jornalismo”, foi aberta votação para escolha dos melhores profissionais do jornalismo da 16ª Edição do Prêmio Comunique-se. O Prêmio é uma iniciativa do Portal Comunique-se. A temática para 2018 quer se dedicar a reconhecer o trabalho dos principais nomes da imprensa brasileira. O Portal Comunique-se abriu a temporada de votos para o Prêmio Comunique-se. Este ano o concurso teve como tema “Os gurus do jornalismo”. Essa será a temática em torno da edição deste ano do evento dedicado a reconhecer o trabalho dos principais nomes da imprensa brasileira. Além da temática, foram revelados os nomes dos patrocinadores e apoiadores de mídia. O cronograma do evento, com as três fases de votação e a data reservada para a noite de gala, foi outro item compartilhado com cerca de 100 jornalistas, num almoço de lançamento do Prêmio em São Paulo. Profissionais dos mais diversos meios de comunicação marcaram presença no almoço de lançamento da 16ª edição do Prêmio Comunique-se. Entre os presentes estiveram figuras como Phelipe Siani (TV Globo), Mari Palma (TV Globo), Silvio Luiz (Rede TV), Thalita Oliveira (Record TV), Joyce Ribeiro (TV Cultura), Celso Zucatelli, Luis Nassif e Nadja Haddad (SBT). O time de gestores da imprensa esteve representado por gente como Sheila Magalhães (BandNews FM), Thays Freitas (Rádio Bandeirantes), João Palomino (ESPN), Franz Vacek (Rede TV) e Eduardo Zebini (Fox). Eles e os demais presentes conferiram um pocket show referente ao tema escolhido. A votação pode ser realizada através do site do evento: https://votacao.premiocomunique-se.com.br/  
Comunicação rima com migração

Comunicação rima com migração

Isso mesmo! Comunicação não apenas rima com migração, mas os dois conceitos mantêm laços estreitos de parentesco. Os meios de comunicação fazem a notícia migrar, seja através de palavras e imagens, seja atravésda velocidade das redes sociais que navegam pela Internet. Os migrantes, ao deslocarem-se de cá para lá, levam notícias referentes a seus lugares de nascimento, suas etnias e suas origens. Da mesma forma que as aves e as sementes migram nas asas do vento –dizia o Bem-aventurado Scalabrini, “pai e apóstolo dos migrantes” – os migrantes costumam seguir de perto os rumos da economia globalizada, atrás de novas oportunidades de trabalho. Se é verdade que toda a pessoa e toda a cultura possuem sementes do Reino de Deus, como afirma a Doutrina Social da Igreja, os migrantes, no ato mesmo de se porem a caminho, são portadores privilegiados de tais sementes. Sementes que ajudam a fecundar a terra de destino dos grandes deslocamentos humanos, da mesma forma que as informações dos comunicadores fecundam corações, mentes e vidas. Com isso, comunicadores e migrantes, em geral, contribuem para o intercâmbio permanente de costumes e valores. Disso resulta que o confronto e o diálogo entre distintas culturas traz um enriquecimento recíproco de toda a família humana. Povos e nações que evoluíram a partir da mobilidade humana constituem o retrato mais vivo e dinâmico dessa riqueza compartilhada. A chegada em um novo lugar pode ser momento de tensão e hostilidade, sem dúvida, mas pode também evidenciar ricos encontros e reencontros entre distintos povos e nações. Comunicação e migração, além disso, são dois fatores que encurtam as distâncias entre os grupos humanos mais variados e diferenciados. Colocam-nos em contato diário com “os mil rostos do outro”. Esse contato frequente supera o medo e a ameaça, a estranheza e a intolerância, a discriminação e o preconceito. E mais ainda, trabalha para construir pontes, rompendo com os muros, as cercas e as fronteiras. Nas palavras do Papa Francisco, tal contato ajuda a passar da “globalização da indiferença” para a “cultura do encontro, do diálogo e da solidariedade”. Conclui-se, assim, que tanto os comunicadores como os migrantes exercem forte protagonismo na trajetória humana sobre a face da terra. Enquanto os primeiros divulgam fatos, eventos e momentos decisivos, os segundos unem os polos de origem aos polos de destino. Uns criam uma rede de notícias que hoje em dia já se tornou simultânea, online; outros costuram uma rede de laços e relações que servem ao intercâmbio de experiências. Ambos, caminhando pelo solo ou navegando pelas ondas do rádio, TV ou Internet, fazem história. Quem se põe em marcha e quem acompanha os viajantes, faz marchar a própria história. Pe. Alfredo J. Gonçalves, cs – São Paulo, 17 de maio de 2018